segunda-feira, 10 de abril de 2017

Governo vai pôr fim à imposição de manuais e apresentações multimédia do INEM na formação.



O Governo vai acabar com a imposição por parte do INEM dos centros de formação que administram formação na área do pré-hospitalar privados de utilizarem manuais e apresentações do INEM.

O INEM durante os últimos anos impôs aos centros de formação nacionais a utilização de manuais e apresentações do seu departamento de formação, que levou a um declínio da formação dos Tripulante de ambulância em Portugal.
Os manuais e as apresentações sempre foram criticados pelos formadores e pelos formandos, apresentações com erros técnicos e ilegíveis e manuais onde a matéria mal apresentada e difícil de estudo, independentemente das críticas o INEM sempre manteve a sua posição de impor e não alterar nada, até os erros denunciados.

Assim o governo vem acabar com essa imposição, dando aos centros de formação desenvolverem e criarem os seus próprios manuais e apresentações, independentemente de poderem usar os do INEM.

Autor Fénix
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sexta-feira, 7 de abril de 2017

Ambulâncias privadas vão fazer socorro.


Revisão do Regulamento de Transporte de Doentes deverá sair até final do corrente ano e, para além de voltar a possibilitar ambulâncias do Tipo B e C às empresas privadas, vai permitir que estas sejam reserva à incapacidade de resposta do sistema no socorro, ou seja, o CODU passa a ativar ambulâncias de empresas privadas quando não existam públicas ou associativas disponíveis.


Uma consequência da atitude de muitos corpos de bombeiros, que estão completamente desvinculados da sua missão principal, foram transformados em empresas de transporte de doentes não urgentes e agora temos empresas provadas que foram criadas para o transporte de doentes não urgente a fazer serviço de socorro.  

Autor Fénix
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DECIF2017 poderá contemplar comissões de serviço de 7 dias.


A ANPC pretende este ano colocar em vários pontos do país com grave risco de incêndio florestais, Companhia de Reforço para Incêndios Florestais (CRIF) ou Grupo de Reforço para Ataque Ampliado (GRUATA), em permanência durante a fase CHARLIE que vai de 01 julho a 30 setembro 2017.

Os veículos serão cedidos mediante protocolos com os corpos de bombeiros a nível nacional, onde cederam unicamente o veículo e o motorista, onde a restante tripulação será constituída por bombeiros oriundos dos diversos corpos de bombeiros do país, que vão ficar em regime de aquartelamentos, com comissões de 7 dias seguidos, onde a ANPC garante alojamento e alimentação e transporte para as  rendições  depois das comissões.

A proposta ainda esta a ser analisada pelos parceiros do DECIF, onde se espera que seja aprovada e anunciada na apresentação do DECIF2017.

Autor Fénix 
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sexta-feira, 31 de março de 2017

Acampamento Nacional de Bombeiros



Durante muitos anos o Acampamento Nacional de Bombeiros foi o evento anual mais aguardados por infantes, cadetes e recrutas dos corpos de bombeiros portugueses.

Acabou inexplicavelmente,  deixando um vazio, que veio a ser compensado nos últimos anos   pelos inúmeros eventos realizados para os corpos de bombeiros associados á JuveBombeiros.

Assim, espero que este acampamento nacional de bombeiros tenha o mesmo sucesso que os anteriores, seja um evento  de solidariedade, união,convívio e de troca de experiencias a nível nacional.  

Autor Fénix
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terça-feira, 21 de março de 2017

Bombeiros com carta de demissão assinada.

Muitos elementos de comando estão a exigir aos bombeiros que ingressam no quadro ativo que assinem uma carta de demissão com data em branco.

Uma situação ilegal, que coloca o bombeiro em questão numa situação de fragilidade permanente perante o seu comando, que ao fazer alguma coisa que desagrade aos elementos do comando seja expulso sem qualquer processo disciplinar com hipótese de defesa, porque legalmente foi o próprio bombeiro que pediu a sua própria demissão com carta devidamente assinada.


Essa situação passou a ser frequente em muitos corpos de bombeiros, onde os bombeiros em questão devem denunciar essa situação à ANPC como ao concelho jurídico da associação, para que essa situação seja anulada.
   
Autor Fénix
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Não, não pode ser bombeiro voluntário.


Ser bombeiros atualmente é mais exigente do que ser bombeiro a umas décadas atrás, e começa logo pela imposição de ter a escolaridade mínima obrigatória consoante a sua idade, onde a grande maioria dos estagiários com idade entre os 17 e 18 anos é exigido o 12º ano de escolaridade.

Isso se deve pela imposição legal do curso de Tripulante de Ambulância de Transporte, que faz parte da formação inicial de bombeiro exigir a escolaridade mínima obrigatória, que dá o direito de fazer de segundo elemento numa da tripulação de uma ambulância de socorro ou andar a fazer transporte de doentes não urgentes, como consultas e tratamentos e retornos em veículos de transporte de doentes.

 Muitos comandantes estão eliminar futuros candidatos a bombeiros voluntários por não terem a escolaridade mínima obrigatória, uma atitude elogiada por poucos e criticadas por muitos, porque esse elementos podem fazer em vez curso TAT o curso de Técnicas de Socorrismo TS, mas fim da formação inicial de bombeiros esses bombeiros não podem fazer qualquer tipo de serviço de transporte de doentes, muitos menos serviço pré-hospitalar, porque a lei assim o determina, e muitos bombeiros desconhecem completamente essa irregularidade legal que andam a cometer, fazendo um serviço para qual não tem nenhuma habilitação legal para o fazer, assumindo eles próprios toda a responsabilidade legal do que fazem.

Autor Fénix
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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Contas à moda da LBP.



O fundo social dos Bombeiros gerido pela Liga dos Bombeiros Portugueses sempre motivou algumas dúvidas e desconfianças como é gerido esse fundo.

Em 2013 o governo de Timor fez um donativo cerca de 1 milhão de euros para os bombeiros voluntários portugueses, donativo que lançou muitas desconfianças sobre o seu paradeiro final, em 2016 ficamos a saber que esse donativo foi direccionado para o fundo social do Bombeiros.
O valor da totalidade do donativo de Timor, contas feitas à moda da LBP, foi totalmente gasto em 2013, em despesas com os bombeiros falecidos em serviço, bombeiros acidentados em serviço e despesas hospitalares.

Uma situação insólita, porque essas despesas deviam ser suportadas pelas companhias de seguros dos bombeiros voluntários e não pelo fundo social dos bombeiros, se é assim para que servem as companhias de seguros?
 


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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Corpos de Bombeiros indisponíveis para o socorro.



A cerca de uma semana um cidadão esteve mais de uma hora a espera de meios de socorro no município de Loures, acabando por morrer por falta de assistência, onde em seu redor existe várias associações de bombeiros, que se mostraram indisponíveis para socorrer, outro caso mais recente, o um comunicado de um corpo de bombeiros envolvido numa polémica de uso abusivo de sinais sonoros a informar que é perfeitamente normal recusarem chamadas de socorro.

As centrais de socorro cada vez mais tem dificuldade de arranjar meios disponíveis para o socorro, principalmente na aérea da emergência pré-hospitalar, porque os bombeiros locais estão indisponíveis para o socorro, uma situação que passou a ser bastante frequente em certas áreas em Portugal, ter um quartel de bombeiros próximo deixou de ser sinonimo de existência de um socorro disponível.

Existem relatórios confidenciais que expõem uma dura realidade omitida da opinião publica desse grave problema que a afecta a sociedade portuguesa, que sucessivos governos não tem tido vontade politica para resolver nem pedir esclarecimentos legais, porque a lei determina que o comandante do corpo de bombeiros é o responsável pelo socorro na sua área de actuação própria, logo devia ser ele a responder criminalmente pela recusa de auxílio dentro da sua área de actuação própria.

Com o sentimento de impunidade existente nesse sector, as centrais de socorro muitas das vezes ficam com dezenas de pedidos de socorro dependentes, onde muitas das vezes tem que accionar meios de socorro de outras freguesias, municípios até de outros distritos para socorrer quem necessita, inviabilizando um socorro garantido em tempo útil, originando na grande maioria das vezes a morte de cidadãos ou a destruição de bens públicos e privados, causados por atrasos consideráveis da chegada dos meios de socorro.

Até quando continuaremos a tolerar essa situação….


Autor Fénix
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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Ser bombeiro deixou de estar na moda.



A nossa sociedade muda consoante tendências sociais, e muitas delas vão deixando de estar na moda, e ser bombeiro deixou de estar na moda.

A juventude hoje em dia tem uma oferta de ocupação dos tempos livres bastante variável, totalmente diferente de algumas décadas atrás, onde ser bombeiro estava na moda, uma actividade cheia de adrenalina e emoções fortes, existia reconhecimento por parte da nossa sociedade, existia prestígio e servia de uma boa ocupação dos tempos livres, numa época onde pouco ou nada existia localmente para oferecer á juventude, contrapondo com a oferta dos dias de hoje, que vão: desportos radicais , novas tendências culturais e sociais de solidariedade, novos modos de vida, capacidade de deslocação e capacidade financeira em aderir a uma economia de consumo e bem-estar.

Ser bombeiro actualmente colide com o modo de vida imposto pela nossa sociedade, a sociedade mudou e os bombeiros não souberam acompanhar essa mudança, além de pouco ou nada tem para oferecer, perderam o pouco que tinham para oferecer, perderam a sua entidade própria, passaram a ser subjugados por tudo e por todos, transformaram-se numa entidade de prestação de serviços, negligenciando muitas das vezes a sua missão primordial da sua existência, que é o socorro às suas populações, sendo progressivamente substituídos por entidades com missões idênticas, como INEM, FEB e GIPS, que agora estão na moda, que são uma referência para a nossa juventude, até passaram a ser uma referencia para muitos bombeiros.
 

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segunda-feira, 6 de junho de 2016

Mas que critérios são esses?


O Dispositivo Especial Combate a Incêndios Florestais iniciou-se para muitos corpos de bombeiros no dia 1 de Junho com a fase Bravo, constituído com 1500 viaturas que empregam cerca de 6,570 operacionais, mas o critério de distribuição dos meios já está envolto em polêmica.

O DECIF é um dispositivo para fazer face aos incêndios florestais, mas existem corpos de bombeiros, onde a única floresta que tem nas suas áreas de atuação próprias são florestas de betão, os únicos incêndios que podem ter são nas rotundas e nas bermas das estradas, e já foram contemplado com uma equipa de ECIN no início do arranque do DECIF 2016.
Uma situação que esta a trazer algum mal-estar na estrutura dos Bombeiros, onde se prova que os critérios não se regem por existência de risco, mas sim por outros interesses alheios á operacionalidade, onde muitos desses corpos de bombeiros têm deficiências operacionais, alguns somente tem operacionalidade durante o DECIF, onde o resto do ano dedicam-se a outras atividades mais rentáveis, deixando muitas das vezes o socorro das suas áreas de atuação próprias para os corpos de bombeiros limítrofes. 
Esperemos que pelo menos cumpram com todas as normas impostas pela ANPC para a existência desse dispositivo nos seus corpos de bombeiros, porque durante o resto do ano muitos desses corpos de bombeiros deixam muito a desejar.


Autor Fénix
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